A noite fria e gélida sela o fim de um dia frio, na selva de pedra a garoa mostra a inspiração para o sentimento oculto das pessoas, frio, vazio, solitário e calmo...
A lâmina fria da katana ainda atormenta em meus pesadelos, o fio de corte preciso como "Laser" dança à minha frente com calma e serenidade, sedutora, e sagaz... O cenário de caverna, o barqueiro e seus ajudantes aguardam o fim da dança, esperam minha ida, não precisam de esperança, é apenas o trabalho deles...
O inferno não é diferente daqui, não queima com fogo, as chamas do gelo ardem na mente daqueles que tem pensamentos insanos, nos mata de fome, ensina a verdade sobre as pessoas, no fim você sempre estará sozinho....
E quem nos visita essa noite? o cavaleiro mundano, virtuoso equipado de espada escudo, um violino, e um banjo.. Não me falta com respeito, salta do cavalo, retira o elmo, saca seu violino e com uma última canção me deseja boa sorte em minha nova jornada, um colecionador de almas nato....
Outra noite de aventura, por de trás das brumas, formas se apresentam sem nenhum medo demonstrar, lhe trazem comida, música, amor e carinho pra continuar, essa nova vida me agrada, me acalenta em noites frias de garoa e solidão, e mente levo minha rainha, presa em seu pálacio esperando o fim da espera de nossos corações, esperando que eu chegue logo de viagem, enquanto o tempo nos leva aos poucos para aqueles outros portões....
Por André Lopes da Silva...
Blog feito com um pouco de informação, poesias, pensamentos e reflexões, minha vida espalhada em palavras, talvez alguns erros de português, e um pouco da mensagem que desejo passar para todos! rsrs Seja Bem Vindo!
Bem Vindo ao Universo Onde São Criados Meus Mundos, Meus Relatos e Labirintos de Vidro...
domingo, 14 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Talvez Não Seja Nada...
Talvez e seja isso mesmo que disse, insuficiente para me manter só, talvez o puro descontrole ou até mesmo a personificação do mal...
E todo esse tempo pode ter sido pouco para crescer, pouco para amadurecer, tempo gasto escrevendo em pergaminhos de diamante usando tinta à base de sangue, que faz falta quando se enfraquece perante os pesadelos que crio apenas para ter um mundo o qual culpar...
Hoje não tá compensando muito abrir seu navegador para ler este blog....
domingo, 7 de agosto de 2011
A Sereia, O Plebeu, e o Sequestro de um Sonho
O Plebeu...
Ele viaja ele roda, ele sempre pára no mesmo lugar, asvezes distante longe de tudo que conheceu, ásvezes perto que ele sempre quis estar... Mas dessa vez algo diferente aconteceu...
O sol brilha forte no céu, o vento sopra forte o reflexo trêmulo do retrovisor deixa a imagens pouco a pouco para trás... Pneus quentes no asfalto bem calibrados garantem o "grip" perfeito para uma viagem de pouco mais que trezentos kilômetros...
Ele foge do passado, ele tem medo de um futuro triste, ele pensa como qualquer outro cara comum, ele apenas quer ser feliz consigo mesmo e ficar velho bem acompanhado com alguém que queira compartilhar o mesmo destino, por mais difícil que seja... Ele tinha esquecido o que era amar, aventuras era seu passa tempo favorito e jantar corações à meia noite deixou de ser uma rotina para ser sua única opção....
Nem tudo mais tinha gosto, as bebidas baratas e caras não faziam diferença, e os amigos eram apoios que nem sempre estavam presentes, ser feliz é relativo quando não se está em paz consigo mesmo...
Atrás de um grande homem, existe uma grande mulher segundo ele isso o priva de ser feliz por completo, por todos os seus amores não passam de amores de meia noite...
Por fim, o medo, o medo de ser perseguido, o medo de ser julgado, o medo de não achar as chaves quando precisar da rodovia para correr...
A corrida continua, a procura de um sonho inacabado, tudo lhe foi retido até mesmo a vontade de respirar, quando tudo que achava que tinha, foi simplesmente espalhado pelo ar....
Continua...
Por André Lopes da Silva....
Ele viaja ele roda, ele sempre pára no mesmo lugar, asvezes distante longe de tudo que conheceu, ásvezes perto que ele sempre quis estar... Mas dessa vez algo diferente aconteceu...
O sol brilha forte no céu, o vento sopra forte o reflexo trêmulo do retrovisor deixa a imagens pouco a pouco para trás... Pneus quentes no asfalto bem calibrados garantem o "grip" perfeito para uma viagem de pouco mais que trezentos kilômetros...
Ele foge do passado, ele tem medo de um futuro triste, ele pensa como qualquer outro cara comum, ele apenas quer ser feliz consigo mesmo e ficar velho bem acompanhado com alguém que queira compartilhar o mesmo destino, por mais difícil que seja... Ele tinha esquecido o que era amar, aventuras era seu passa tempo favorito e jantar corações à meia noite deixou de ser uma rotina para ser sua única opção....
Nem tudo mais tinha gosto, as bebidas baratas e caras não faziam diferença, e os amigos eram apoios que nem sempre estavam presentes, ser feliz é relativo quando não se está em paz consigo mesmo...
Atrás de um grande homem, existe uma grande mulher segundo ele isso o priva de ser feliz por completo, por todos os seus amores não passam de amores de meia noite...
Por fim, o medo, o medo de ser perseguido, o medo de ser julgado, o medo de não achar as chaves quando precisar da rodovia para correr...
A corrida continua, a procura de um sonho inacabado, tudo lhe foi retido até mesmo a vontade de respirar, quando tudo que achava que tinha, foi simplesmente espalhado pelo ar....
Continua...
Por André Lopes da Silva....
sábado, 6 de agosto de 2011
A Seria, o Plebeu, e o Sequestro de Um Sonho
A Sereia...
De longe na praia eu vi o mar, lá longe vi uma embarcação. Navegava distante sem sequer imaginar, meu olhos centrados em sua posição...
De longe sim vejo, um marujo a sonhar, com terras distantes no fim do horizonte, na ponta do barco um enfeite a mostrar, que marujos tem medo de sereias e suas mãos, em bronze esculpido um busto tão lindo, de uma sereia com braços abertos sorrindo.
A noite tem festa, batuques e run, enquanto isso a magia sob o casco do barco acontece, elas se juntam e se espalham elas valsam e comemoram, pois hoje é dia de sequestrar, marinheiros e seus prantos...
Elas cantam e devoram cada sonho, cada som, no reflexo da lua marinheiros se vão, pois mergulham de cabeça achando que vão voar, mas não voam e nem caem, as sereias em seus braços os pegam para aninhar...
De longe eu vi um cardume de sereias atacar sem armas uma embarcação, homens fortes, bravos e sem honra, todos foram ao chão, derrubados nem por armas nem balas de canhão, mas por apenas lindas vozes, um coral na escuridão, onde o run não perde o gosto e a chama das velas se tornam culpadas de uma suposta explosão, que levou ao fundo do mar, o barco, o run, e toda sua tripulação...
continua....
Por André Lopes da Silva....
De longe na praia eu vi o mar, lá longe vi uma embarcação. Navegava distante sem sequer imaginar, meu olhos centrados em sua posição...
De longe sim vejo, um marujo a sonhar, com terras distantes no fim do horizonte, na ponta do barco um enfeite a mostrar, que marujos tem medo de sereias e suas mãos, em bronze esculpido um busto tão lindo, de uma sereia com braços abertos sorrindo.
A noite tem festa, batuques e run, enquanto isso a magia sob o casco do barco acontece, elas se juntam e se espalham elas valsam e comemoram, pois hoje é dia de sequestrar, marinheiros e seus prantos...
Elas cantam e devoram cada sonho, cada som, no reflexo da lua marinheiros se vão, pois mergulham de cabeça achando que vão voar, mas não voam e nem caem, as sereias em seus braços os pegam para aninhar...
De longe eu vi um cardume de sereias atacar sem armas uma embarcação, homens fortes, bravos e sem honra, todos foram ao chão, derrubados nem por armas nem balas de canhão, mas por apenas lindas vozes, um coral na escuridão, onde o run não perde o gosto e a chama das velas se tornam culpadas de uma suposta explosão, que levou ao fundo do mar, o barco, o run, e toda sua tripulação...
continua....
Por André Lopes da Silva....
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